Carrinho de Compras

* Calcule seu frete na página de finalização.

* Insira seu cupom de desconto na página de finalização.

BOITEMPO
Product ID: 5459
Product SKU: 5459
New In stock />
Ditadura: o que resta da transição

Ditadura: o que resta da transição

 
Simulador de Frete
- Calcular frete

Cinquenta anos depois do golpe que instaurou a ditadura militar no Brasil - e em meio aos 25 anos de transição democrática em nosso país -, a Boitempo publica Ditadura: o que resta da transição. Organizada pelo cientista político Milton Pinheiro, a coletânea enfrenta o desafio de reinterpretar uma história em que vários aspectos estão ainda por decifrar, desde o contexto por trás do golpe até a campanha pelas Diretas Já.Com ensaios inéditos de pensadores como João Quartim de Moraes, Anita Prestes, Lincoln Secco, Décio Saes, Marco Aurélio Santana, entre outros, o livro traça um rico panorama das continuidades e rupturas na história contemporânea brasileira, abrangendo temas como as mutações da ideologia, o lugar dos intelectuais, dos sindicatos, a mobilização comunista, as políticas econômicas e a presença dos partidos políticos.Obra de inflexível veio crítico, é sobretudo a postura ousada que distingue Ditadura: o que resta da transição da bibliografia existente sobre o assunto: os autores enfatizam, sob perspectivas diversas, a centralidade do caráter de classe da ditadura militar para compreender suas origens, bem como seu legado. Marcos Del Roio, no prefácio, é categórico: tratava-se de uma 'ditadura de classe, que buscava impedir a eventual realização de uma revolução democrática pelas forças populares'.A forma pela qual se pensou a gestão da política econômica durante o regime militar é destrinchada pelo cientista político Adriano Codato, ao investigar a questão da estrutura administrativa do Estado e o problema do arranjo ideal para organizar o processo de tomada de decisões. Aprofundando a análise das bases econômicas na ditadura e na transição, o economista Nilson Araújo de Souza divide o período em cinco momentos, que atentam para o complexo de políticas econômicas desenvolvidas e suas relações.Já a historiadora Anita Prestes analisa o papel desenvolvido por seu pai, Luiz Carlos Prestes, histórico dirigente comunista, após o processo de anistia, para contribuir com a luta pelas liberdades democráticas e por uma transição progressista. É também à resistência que se volta Leonilde Servolo de Medeiros em sua reflexão sobre a luta pela terra durante a ditadura militar, que procura dar conta das diversas formas de disputa que ocorreram: das ligas camponesas à reforma agrária, passando pelos processos de assentamento imposto pelo governo militar. Com um olhar mais voltado para os impactos do período ditatorial na politização trabalhista, o sociólogo Marco Aurélio Santana desvenda a gênese de um novo sindicalismo a partir das contradições da presença política dos trabalhadores numa conjuntura de arrocho salarial e repressão, quando os sindicatos agiam em duas vertentes: afirmando e contradizendo o velho sindicalismo. O filósofo marxista João Quartim de Moraes fornece uma aprofundada análise da natureza de classe do Estado brasileiro. Versando sobre ideologia, militarização do poder e a dinâmica do capital, Quartim desvenda a especificidade desse instrumento político durante a ditadura. Cabe a Décio Saes uma reflexão a respeito das frações da classe dominante no capitalismo, que analisa de forma original, testando o arcabouço teórico de Nicos Poulantzas contra a configuração de classes durante a ditadura brasileira. O historiador Lincoln Secco traça um precioso panorama analítico dos partidos políticos de 1978 até hoje, refletindo sobre o legado da ditadura. Para analisar a política dos comunistas brasileiros durante o período, Milton Pinheiro parte da ação teórico-prática do PCB e o desencontro de suas formulações para reinterpretar o fechamento do ciclo da revolução burguesa no Brasil. Já David Maciel lança um olhar crítico sobre a articulação da Aliança Democrática na superação da ditadura militar e o papel desempenhado por esse bloco de forças políticas na transição para a democracia até o governo Collor. Se a campanha Diretas Já é analisada por Vanderlei Neri sob a óptica contraditória de uma mobilização de massas com direção burguesa, é com uma perspectiva mais distanciada que o sociólogo Anderson Deo faz um balanço do processo de transição a longo prazo da ditadura militar até as últimas duas décadas, ou, em suas palavras, da 'institucionalização à autocracia burguesa no Brasil'. Toda essa complexa reflexão já parte das orelhas do livro, com o texto assinado por Marcelo Ridenti.

Deixe seu comentário e sua avaliação







- Máximo de 512 caracteres.

Clique para Avaliar


  • Avaliação:
Enviar
Faça seu login e comente.

Características


  • Autor: Décio Saes; Secco, Lincoln; Prestes, Anita Leocadia; Moraes, João Quartim de; Deo, Anderson; Pinheir
  • Editora: BOITEMPO
  • Título: DITADURA: O QUE RESTA DA TRANSICAO
  • ISBN: 9788575593660
Produtos Visitados

Fale conosco

Formulário de Contato
(62) 98249-0022
contato@livrariapalavrear.com.br
Segunda-feira - 11 às 20h
Terça a sexta-feira - 10 às 20h
Sábado - 9 às 13h

Siga a Palavrear:

Pagamento

Pagamento à prazo
  • Cartão Visa - Yapay
  • Cartão MasterCard - Yapay
  • Cartão Amex - Yapay
  • Cartão Elo - Yapay
  • Cartão Hipercard - Yapay
  • Cartão Hiper - Yapay
Pagamento à vista
  • Boleto - Yapay
  • Auxílio Emergencial Caixa - Yapay

Segurança

  • Google Safe
  • Loja Protegida

Todos os direitos reservados. Proibida reprodução total ou parcial. Preços e estoque sujeito a alterações sem aviso prévio.
Rocha e Fernandes Comércio de Livros Ltda. CNPJ: 21.556.755/0001-47 - Rua 232, nº 338, Setor Universitário - Goiânia/ GO